É VERDADI CUMPADI!

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Agora tamo em rede, mas com o pé no chão.
Toda semana ocê vai encontrar aqui as feição de nosso arquivo e as prosa desse nosso imenso vale caipira.
Lugar que tem muita coisa boa pra escafunchá.
Tudo em vorta de um fogão de lenha, com as gostosuras que nossa gente faz.
Tem ainda os parpites pra passeá, mostrano as lindura da natureza procê se espriguiçar no finar da sumana.
João Rural - Diretor

 

 

Lavrinhas

Coordenadas Geográficas: Latitude: -22° 34’ 15’’ S Longitude: 44° 54’ 08’’ W

Localização: Leste do Estado de São Paulo - Vale do Paraíba
Ext. Territorial: 167 km²
Altitude: 508 metros
Habitantes: 6.572
Hidrografia: Rios Paraíba do Sul, do Braço, Córrego dos Veado, do Jacu, Coronel Horta, do Palmeiras, do Bracinho, da Divisa e Rio Claro
Limites: Silveiras, Cruzeiro, Queluz e estado de Minas Gerais
Distâncias: São Paulo - 215 km
Rio de Janeiro - 210 km
Cruzeiro - 20 km
Clima: Temperado

Pepitas acabaram
Nos primórdios da formação do Brasil a atual e primeira Lavrinhas ficava bem no pé da Serra da Mantiqueira, na rota que ligava Minas Gerais ao Vale do Paraíba e ao Litoral. Era mais um pouso para os viajantes, antes de enfrentar a subida da serra, via Capela do Jacu. O local se chamou primeiro Pinheiros. Com achegada do ciclo do café a região ganhou importância.
No Brasil Colônia o local tinha outro nome, ocasião em que exploradores encontraram pequenas pepitas de ouro nos ribeirões que descem da serra. O povoado foi fundado oficialmente em 27 de junho de 1888, por Manoel da Cruz e Honório Fidélis do Espírito Santo, com o nome de São Francisco de Paula dos Pinheiros.
Por volta de 1891, João e Antônio Ribeiro chegaram a região chamada Grama, encontrando ali, pequenas lavras de ouro. Por serem pequenas, passaram a chamar o lugar de Lavrinhas. Com a chegada da linha férrea o centro da cidade mudou-se para próximo do Rio Paraíba do Sul.
Por muitos anos ainda viveu dos passantes e, por volta de 1920, com a descida dos mineiros se fortaleceu na agropecuária, sendo grande produtora de leite.
Foi elevada a Distrito em 28 de dezembro de 1917 e tornou-se Município a 30 de novembro de 1944 quando foi finalmente adotado o nome de Lavrinhas o seu nome atual.
Atualmente, de um lado cresce as empresas mineradoras que se instalaram na região da Capela do Jacu, de outro lado, empresários investem no turismo rápido buscando a clientela que quer se divertir nas águas geladas dos ribeirões Pinheiro e Capela do Jacu.
Indo em direção à cidade de Cruzeiro, o município ganhou vários bairros, centralizados pelo Mavisou que, atualmente, tem mais moradores do que a própria sede.
Estação Rodoviária
O efeito da matraca
A Revolução de 32 deixou marcas fortes na cidade. Um pouco desse período pode ser revivido numa visita a Central de Informações Turísticas. Ali estão alguns documentos da época, artefatos bélicos e a famosa “matraca”, usada pelos revolucionários para imitar o barulho de uma metralhadora. Assim eles espantavam os inimigos no meio do mato, principalmente à noite.
Águas geladas sobre pedras

A região da Capela do Jacu que, além da tradição rural e formação dos primórdios do município, tornou-se o ponto mais procurado pelos turistas que, muitas vezes, nem conhecem a sede do município. No princípio a população aprovietava para se banhar nos rios, por entre pedras e pequenas piscinas naturais. Aproveitando a água em abundância e o interesse dos turistas que compareciam ao local, há 20 anos, alguns empresários resolveram investir no negócio do turismo de verão. O primeiro foi o Sítio do José João, que construiu piscina, quiosques e infraestrutura de atendimento. Deu certo. Tanto que apareceram mais locais semelhantes e pousadas para atender o turista que quer ficar mais tempo no local. Todos so empreendimentos cobram taxa de ingresso, de acordo com a época.
Igreja São Francisco de Paula - O atual prédio é de 1928, cujo prédio original foi eregido em 1832, por ocasião da formação da vila. Abre de segunda a sexta das 13h às 17h. Sábados e domingos, das 9h às 17h, com missas no domingo. Bairro Pinheiros. Tel. (12) 3146-2168.
Igreja N. Sra Auxiliadora - Reconstruída em 1950, pois o prédio original foi destruído na Revolução de 1932. Guarda a imagem original. De segunda a sexta em horário comercial, com acompanhamento nas visitas. Missas aos domingos. Rod. Julio Fortes, km 3 - Colégio São Manoel.
Capela de São João Batista- Construída em 1920, em adobe no estilo gótico. Possui um relógio alemão, 2 sinos em bronze e um orgão alemão no mezanino. Visitação somente com hora marcada. R. São Sebastião, 105. Bairro São João.
Estação Ferroviária - Prédio datado de 1874, por ocasião da implantação da linha férrea. Funciona as instalações da Prefeitura Municipal- centro.
Ponte de Ferro - Construída em 1874, sobre o Rio Paraíba do Sul, para a passagem da linha férrea, ainda está em uso.
Fonte Mirifica - Centenária bica d´água da cidade, onde toda a população se abastecia. Local tem jardim e bancos e

Balneário José João
Balneário Carlos Lopes

 

 
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